segunda-feira, 6 de junho de 2011

Duque de Caxias / CEPE

CAMPEÃO estadual de futebol feminino em 2011

O resultado de 0 x 0 contra o Vasco da Gama, neste domingo, no campo do CEPE, foi suficiente para o Duque de Caxias/CEPE levantar o caneco de campeão carioca invicto. O time possuía a vantagem do empate por ter vencido a primeira partida da final. Mesmo sem fazer gols, Raquel foi uma das jogadoras mais aplaudidas pela torcida. Agora a expectativa é pela Libertadores que será disputada na Venezuela,em setembro. OBrasilserá representado pelo CEPE, campeão da Copa Brasil.


Torcida apreensiva no início do jogo



Empate sem gols garantiu o campeonato


Torcida comemora ao apito final


Jogadoras comemoram a conquista do campeonato



Raquel posa para foto com os fãs

domingo, 20 de março de 2011

Caxias recebe exibição especial de 5 X Favela – Agora por Nós Mesmos

5 x Favela Agora Por Nós Mesmos, primeiro longa-metragem brasileiro totalmente concebido, escrito e realizado por jovens moradores de favelas, terá exibição de gala em Duque de Caxias no próximo dia 24 de março, às 19h, no Teatro Raul Cortez, no centro da cidade, com entrada franca.

O evento é uma produção do Cineclube Mate Com Angu e apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias e contará com a presença dos diretores e do produtor Cacá Diegues.

O filme foi selecionado para o Festival de Cannes, onde teve sua pré-estreia mundial no dia 18 de maio de 2010. Formado por cinco episódios assinados por sete diretores, o 5 X Favela foi exibido em caráter hors concours, com a presença de mais de 20 pessoas da equipe e do elenco, e recebeu longos aplausos e elogios da crítica.

Os episódios que compõem a película (Fonte de Renda, de Wagner Novais e Manaíra Carneiro, Arroz com Feijão, de Rodrigo Felha e Cacau Amaral, Concerto para violino, de Luciano Vidigal, Deixa Voar, de Cadu Barcellos, e Acende a Luz, de Luciana Bezerra) contam histórias independentes entre si, cômicas e trágicas, capazes de refletir as múltiplas faces do cotidiano das favelas sem cair nos estereótipos violentos que costumam se perpetuar na representação da vida nas comunidades.

Para o Cineclube Mate Com Angu o filme ainda traz um gostinho especial por contar com a presença de vários integrantes do grupo na ficha técnica, além de um dos diretores, o cineasta Cacau Amaral (www.cacauamaral.wordpress.com).

Após a exibição, haverá um bate-papo com os diretores do filme e o público presente.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Literatura (é) a Cura

RESENHA DO LIVRO "Meu Destino Era o Nós do Morro" de Luciana Bezerra
Por: Alessandro Buzo

Foi muito importante ler o livro "Meu Destino Era o Nós do Morro" de Luciana Bezerra (Aeroplano Editora - 264 paginas), ainda mais porque li na hora certa.
Me surpreendeu 3 frases logo na apresentação.
Um dia antes meu filho tinha perguntado: - Pai, porque você lê tanto ?
Expliquei que quem lê não é facilmente manipulado porque se torna uma pessoa mais capacitada, inteligente e com conteúdo.
Ai lendo a abertura do livro da Luciana Bezerra chamei o Evandro (meu filho) pra destacar 3 passagens......confira abaixo.
1/3 - Ler é a chave mestra da imaginação.
2/3 - Através do cinema podemos ver o mundo.
3/3 - O professor de ingles pedindo para os alunos prestarem atenção: - Prestem atenção na aula, porque eu já sei falar inglês.
Comecei o livro com essa boa expectativa, causadas pelas frases do "Agradecimentos"....
Mas outro fato é que pelo livro eu pude saber muito mais do "NÓS DO MORRO" do meu grande amigo Guti Fraga.
A autora é um dos braços fortes do projeto.
O que mais marcou é o momento que enfrento com o "ESPAÇO SUBURBANO CONVICTO do Itaim Paulista", estamos sem apoio financeiro e sem sede. Saber que projetos que eu admiro como o "NÓS DO MORRO" passaram exatamente pelas mesmas coisas me traz força pra não desistir.
Tirando tudo isso, foi ótimo conhecer a trajetória da Luciana Bezerra, uma legitima guerreira, mãe, atríz, moradora de comunidade desde sempre (Rocinha, Vidigal), saber que até ela chegar no sucesso como diretora do filme 5X Favela - Agora por Nós Mesmos...... teve uma longa e ardua caminhada, o que só aumenta minha admiração.
Não conheço ela pessoalmente (apesar de ser amigo do GUTI, conhecer o Cacá Diegues e outros diretores do longa 5X), mas breve vou no VIDIGAL com o Guti e faço questão de conhece-la.
Quanto ao livro eu indico, um história de superação.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Blogosfera

Rolava de um lado a outro da cama. Na verdade o que queria mesmo era voltar a dormir. Acho que deve ser o fim do horário de verão. Quem aguenta? Aproveitei o tempo bônus para visitar a Lurdinha e saber se ouve alguma atualização. Li o texto do Slow, fiz um comentário, li o Heraldo, naveguei com o mouse pelos links do blog do Andre, blog do cacau - eu mesmo - e quando percebi já era hora de sair de casa.

Parti para a tradicional caminhada pelo Centro de Caxias e; como há vintes anos, como dezenas de duquecaxienses; dei uma bizoiada nas capas dos jornais. A ordem do dia era dar porrada na Mãe Loira. Os conflitos entre esses jornais não superavam o "tacou fogo no marido" ou o "manteve sob cárcere privado". Afirmações que fizeram lembrar-me das capas de ontem, com várias mulheres disputando, transferindo, expondo poder.

Um aumento da presença de mulheres nas capas dos jornais convencionais não necessariamente significa que estamos deixando de segregá-las. Vide a forma unilateral que a maioria destas capas hoje trata uma questão doméstica. E sem querer duvidar da integridade dos colegas apuradores, editores, etc; achei prudente ouvir os conselhos da vovó.

Voltei ao ambiente virtual e após ler os mesmos jornais que acabara de ver nas bancas, como um carrasco, senti vontade de cortar a cabeça da mulher. Continuei procurando e após ouvir o outro lado da moeda, queria devolver todas as porradas no homem. Continuei lendo a terceira, a quarta, a décima opinião, até que resolvi expor a minha - esta.

Sinto-me na obrigação; não só de participar, mas principalmente; de convocar toda nação blogueira a ocupar esse espaço para conseguirmos uma nova visão sobre o que vemos nos jornais, o que vemos em nosso dia a dia e – sobretudo – o que “queremos” ver nos jornais e consequentemente em nossas vidas.

Sejam bem vindos à Lurdinha.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

La máquina

.


Em la máquina


Me sinto nos anos 80


No momento mágico de minha geração



Em la máquina


Viajo no tempo



No tempo em que sonhava com um mundo igual


No tempo que resiste à ação do próprio tempo


No tempo que resiste ao momento



Que seria o momento?


O tempo das culturas homogeneizadas?


Das puras e higienizadas?


A sociedade dos mesmos


Onde tudo é igual


Provisório


Contraditório


Diferente; e


Social



Em la máquina


Me sinto incoerente


Me sinto gente


Tenho vontade de abraçar a gente


Por que somos doentes?


Aprendemos o que é igual?



Sinto isso


Em la máquina


.


.